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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

O Desenvolvimento do Novo Testamento

 






O desenvolvimento do Novo Testamento aconteceu de que maneira? Muitos querem e precisam entender como aconteceu. Houve um tempo, antes que os livros do Novo Testamento fossem colocados juntos, que os Apóstolos precisavam ensinar a Igreja oralmente. 

Os Apóstolos, juntos com alguns outros homens, foram inspirados, pelo Espírito Santo (II Pe 1:20-21) para ensinarem a Igreja. A Igreja aceitou os ensinos destes homens como, se fosse Deus falando (I Tess 2:13). 

O Apóstolo Paulo ensinou isso para a Igreja em Corinto ( I Cor 14:37). As palavras escritas tomaram precedência acima das palavras faladas. ( II Tess 3:14).

Ia levar tempo para colocar a Palavra escrita nas mãos das congregações, e por isso a tradição oral era considerada importante. Também, cartas não inspiradas começaram a circular entre as congregações no mesmo tempo que as cartas inspiradas. Por isso, a tradição oral era usada para testar os ensinamentos das cartas inspiradas.

A Igreja não deu a bíblia para o mundo. Foi a bíblia , na forma oral, que produziu a Igreja (Atos 2). Uma organização conhecida como "a igreja" não passou um julgamento sobre a verdade que devia estar incluída na bíblia. O Espírito Santo fez tudo isso. 

A Igreja somente aplicou certos testes para ver se uma carta veio de Deus ou dos homens.

I. Como as Cartas foram distribuídas. 

Sobre as condições mencionadas acima, as cartas inspiradas começaram a ser juntadas pelas congregações. Cada congregação que recebia uma carta inspirada ia mandar esta carta para outras congregações. Às vezes, cópias foram feitas antes de mandar a carta para frente.

Às vezes, uma congregação sabia que uma outra congregação tinha uma carta inspirada e pedia uma cópia. (Cl 4:16) Às vezes, as congregações tinham problema em saber se a carta era realmente inspirada por Deus. 

Muitas cartas foram escritas por homens que conheciam pessoalmente os apóstolos e suas cartas eram respeitadas. Por isso, o problema em conhecer as verdadeiras.

II. Os Testes para eliminar As Cartas não inspiradas.

O fato que a Igreja questionou algumas destas cartas indica a seriedade que a Igreja tomou sobre este assunto.

Alguns dos testes que a Igreja aplicou às cartas escritas:

A carta diz que é inspirada ?

Foi escrita por um Apóstolo ?

O conteúdo está de acordo com os ensinamentos dos apóstolos ?

A carta é aceitável pelas congregações leais a Cristo ?

A carta tem um tom de autenticidade ?

III. A formação dos 27 livros do Novo Testamento.

Existem 4.500 manuscritos dos livros do Novo Testamento na língua grega e uns 30.000 em outras línguas. Esta circulação de manuscritos é uma testemunha do fato que as Escrituras eram consideradas como diferentes, como a Palavra inspirada de Deus.

Há evidências que as cartas de Paulo estavam em circulação entre as congregações no ano 90 d.C. e os 4 Evangelhos no ano 120 d.C. 

Clemente, de Roma, no ano 95 d.C., mostra um conhecimento sobre Mateus, Lucas, Hebreus, Romanos, Coríntios, Timóteo, Tito, I Pedro e Efésios. Inácio, bispo de Antioquia, logo no começo do segundo século, tinha conhecimento de Mateus e das cartas de Paulo.

Orígenes citou versículos do Novo Testamento 17.922 vezes. Os trabalhos de Justino, Irineu, Clemente, Tertuliano, Hipólito e Eusébio, dão um total de 36.289 citações do Novo Testamento. Isto nunca aconteceu na literatura secular.

No ano 150 d.C., o Novo Testamento foi traduzido no Latim Antigo e tinha 26 livros, como II Pedro e Tiago fora. Uma outra versão tinha 22 livros do Novo Testamento, com II Pedro, II e III João, Judas e Apocalipse fora. 

No ano 170 d.C., um manuscrito tinha uma lista dos livros do Novo Testamento com os 4 evangelhos, atos, 13 cartas de Paulo, I Pedro e I João.

No ano 250 d.C., todos os 27 livros do Novo Testamento, que estão na nossa Bíblia hoje, foram aceitos como inspirados, junto com mais dois, Barnabé e o Pastor Hermes.

Estes dois não passaram pelos testes e foram excluídos. No ano 367 d.C., Atanásio, bispo de Alexandria, numa carta, fez uma lista dos 27 livros do Novo Testamento sendo iguais aos que temos hoje. Era a primeira lista completa e aceita. 

Os concílios mais tarde confirmaram isso. Como Damasco em Roma (382), o concílio de Hipo (393), Cartago (397 e 419).

Vamos repetir de novo que nenhum concílio ou nenhum grupo de homens, fez de um livro ou carta parte do cânon da Bíblia. Eles somente ratificaram livros e cartas que já tinham ganhado seu lugar na Igreja antiga como livros inspirados por Deus.

Foi a mão poderosa de Deus que protegeu Sua Palavra e trouxe-a para as mãos do povo.

(Do curso - A História da Igreja - Por Allan Dutton - 1999)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A CONSERVAÇÃO DA BÍBLIA - Manuscritos Antigos, Traduções Antigas, Citações Antigas

Resultado de imagem para conservação da Bíblia









Este estudo refere-se ao modo como a Bíblia chegou até nós, conservada cuidadosamente através dos séculos. 
        O Velho Testamento, a primeira parte da Bíblia, começou a ser escrito cerca de 1.400 a.C. em hebreu antigo. A última parte, o Novo Testamento, foi escrita no primeiro século d.C., em grego antigo.



           
                          Escrito em Hebraico                                     Escrito em Grego
                          Velho Testamento                                         Novo Testamento


Entretanto, séculos depois, você tem nas mãos uma cópia exata da Bíblia em sua própria língua, traduzida por especialistas em idiomas da antiguidade.


      Como podemos ter certeza de que a Bíblia de hoje contém a mesma mensagem de Deus que os escritores inspirados escreveram há mais de 1.900 anos?
                                            



A - MANUSCRITOS ANTIGOS

        Sabemos que a Bíblia que existe hoje foi conservada com toda exatidão porque temos cópias manuscritas da mesma nas línguas originais com mais de mil anos. Três dos mais famosos dentre esses documentos são: O Manuscrito Sinaítico, escrito em cerca de 340 d.C., hoje em Londres; o Manuscrito Vaticano, escrito em cerca de 350 d.C., que se encontra em Roma; e o Manuscrito Alexandrino, do século V, também atualmente em Londres. Existem outrossim três outros documentos datados do século V. Os manuscritos de Efraemi, Beza e Washington.

Manuscrito Sinaítico



                                                            Manuscrito Vaticano

Manuscrito Alexandrino


MANUSCRITOS EM LÍNGUAS ORIGINAIS

              Além disso, milhares de outros manuscritos antigos e pergaminhos bíblicos nos idiomas hebreu e grego dão testemunho quanto à exatidão da Bíblia.


B - TRADUÇÕES ANTIGAS
     
São muitas as traduções antigas da Bíblia que confirmam a exatidão dos manuscritos e do texto bíblico atual. Incluídas entre eles estão a Vulgata, uma tradução para o Latim feita por Jerônimo em 405 d.C. e outras traduções em siríaco, egípcio, etíope e armênio, todas feitas entre o III e o VI séculos. Há ainda outras traduções e centenas de cópias antigas. 
      A Bíblia poderia ser reproduzida hoje através dessas traduções que remontam quase ao tempo dos apóstolos.

C – CITAÇÕES ANTIGAS
       
Os escritos de ministros da igreja do I, II e III séculos podem ser lidos ainda hoje. Eles citam livremente a Bíblia e alguns, possivelmente, os escritos originais do Novo Testamento. Fontes acreditadas declaram que se o Novo Testamento fosse completamente destruído ou se perdesse, poderia ser reproduzido em sua totalidade através das citações feitas por esses primeiros escritores.
        O fato dos manuscritos antigos, traduções e citações da Bíblia terem sido transmitidos de geração em geração através dos séculos, permitiu que ela chegasse até nós inalterada em sua essência. Como prova disso, foi recentemente encontrada várias cópias e pergaminhos antigos da Bíblia, entre eles a mais completa, uma cópia do livro de Isaías, tudo isso perto do Mar Morto, na Palestina, datando de 100 a.C., entretanto quando comparada com o texto do livro de Isaías contido na Bíblia atual, ela é virtualmente Idêntica ao mesmo. Assim, pela providência de Deus “a palavra do Senhor permanece eternamente” (1 Pedro 1:25).



 

CONCLUSÃO
   
O estudo da origem da Bíblia é uma experiência emocionante. Vemos Deus como seu divino autor, conforme evidenciado pelo retrato fiel do próprio Deus. Estudamos também os seus ensinos verdadeiros, sua unidade e indestrutibilidade, e as profecias. Ela é a mensagem inspirada de Deus transmitida à alma do homem, cuidadosamente conservada para todas as gerações em milhares de manuscritos antigos, traduções e citações.

        A Bíblia está agora em suas mãos e você começou a estudá-la. Vai ver que o seu conteúdo na próxima lição é ainda mais interessante e proveitoso do que o estudo da sua origem.


Imagem de manuscrito - Gazeta do Povo

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Evidência 6 - Profecias Exatas da Bíblia









As profecias da Bíblia referem-se principalmente a vinda de Cristo. Damos a seguir algumas delas. Note o significado dessas profecias. Quase todos os aspectos da vida de Cristo foram preditos muito antes de sua vinda.

                Por exemplo, a profecia de Isaías 53 prediz no verso 2 a humanidade de Jesus, no verso 3 a sua rejeição, nos versos 4 a 6 o seu sacrifício pelos pecados da humanidade, nos versos 7 e 8 o seu julgamento, nos versos 8 e 9 a sua morte com os maus (os dois ladrões) e o seu enterro com os ricos (no túmulo do homem rico, José de Arimatéia) e nos versos restantes do capítulo, a profecia é ainda ampliada.

             Como poderia Isaías prever com tanta exatidão tantas informações sobre Jesus no ano 700 antes de Cristo?

                Este é apenas um exemplo da lista. Todas as profecias a respeito de Cristo são evidências fortes quanto à inspiração da Bíblia, mesmo sem considerar o fato de que muitas outras profecias também fazem parte dela.

PROFECIAS SOBRE CRISTO
       
 Todas as profecias mencionadas abaixo foram feitas de 1.400 a.C. a 420 a.C., tendo sido cumpridas durante o século I d.C.

ONDE ESCRITAS
AS PROFECIAS
ONDE CUMPRIDAS


Gênesis 49:10
Jeremias 23:5
SUA DESCENDÊNCIA

Da Tribo de Judá
Da linhagem de Davi


Mateus 1:2-3
Mateus 1:1,6



Miquéias 5:2
Isaías 7:14
SEU NASCIMENTO

Em Belém
De uma virgem


Mateus 2:1
Mateus 1:18-23



Isaías 40:3
Malaquias 4:5-6
SEU PRECURSOR

Voz no Deserto
Como Elias


Mateus 3:1-3
Mateus 17:10-13



Zacarias 9:9
Isaías 53:2
Isaías 53:3
SUA HUMILDADE

Montará num jumento
Sem Aparência
Sua Rejeição


Mateus 21:1-9
Mateus 26:67-68
João 8:48; 9:34



Salmos 22:16
Isaías 53:9-12
Isaías 53:9
Salmos 22:18
Salmos 22:6-8
Isaías 53:4-6; 10-12
SUA MORTE

Crucificação
Com os maus
Sepultado com os ricos
Sorte sobre suas roupas
Desprezado
Sacrifício pelo pecado

João 19:16-19
Mateus 27:38
Mateus 27:57-60
João 19:23-24
Mateus 27:39-40
1 Pedro 2:24-25
2 Corintios 5:21


Salmos 16:10
SUA RESSURREIÇÃO

Atos 2:24-32


Daniel 2:31-44
Isaías 9:6-7
Isaías 2:2-3
SEU REINO

Nos dias do 4º Reino Romano
A começar de Jerusalém
Sobre o trono de Davi
Para todas as nações

Marcos 1:15
Colossenses 1:13
Lucas 24:46-47
Marcos 9:1
Atos 1:8; 2:5
Atos 2:30-36
Atos 10:35


            Estudamos apenas algumas das evidências da autoria divina da Bíblia, mas existem muitas outras, tais como a atração universal exercida pela Bíblia, a sua singularidade sua descrição perfeita do caráter e obra de Jesus, e o fato de sua mensagem a respeito do Pai e de Cristo ser a única solução adequada para o problema do pecado.

         O peso cumulativo de toda a evidência da autoria divina da Bíblia é assombroso.

sábado, 1 de agosto de 2015

Evidência 5 - A Indestrutibilidade da Bíblia



Jesus disse: 

“Passará o céu e a terra, porém, as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31; ver também 1 Pedro 1:23-25).

         A Bíblia tem sido mais atacada do que qualquer outra obra que o mundo conhece.

        O imperador romano Deoclesiano (301-304 d.C.), pensou que tinha destruído a Bíblia por meio de uma terrível perseguição. Entretanto, sua grandiosa tumba vem sendo ironicamente usada como igreja há mais de mil anos!

        Voltaire, conhecido agnóstico francês, afirmou no século XVIII que no decorrer de cem anos a Bíblia seria um livro esquecido. A Sociedade Bíblica de Genebra ocupa hoje a casa que foi dele e a Bíblia é o livro mais vendido do mundo.

                Em 1981, a Academia Francesa de Ciência apresentou 51 “fatos” que supostamente refutavam a Bíblia, mas hoje não se considera verdadeiro nenhum desses fatos.


            Essas foram algumas das tentativas para destruir a Bíblia. Ela já foi examinada, criticada e atacada severamente de todas as direções; mas o tempo continua a provar que cada golpe é injusto, falso e vão. Como disse Pedro “a palavra do Senhor, porém, permanece eternamente” (1 Pedro 1:25).


sexta-feira, 31 de julho de 2015

Evidência 4 - A Unidade e Consistência da Bíblia


Deus não se contradiz nem é inconsistente.

         O mesmo se aplica à Bíblia. Embora escrita por cerca de 40 homens, num período de aproximadamente 1.500 anos, A Bíblia é um livro consistente.

Reis, profetas, pastores, fazendeiros, pescadores, coletores de impostos, médicos, generais, homens ricos, pobres, com e sem cultura, escreveram os 66 livros da Bíblia sobre os magníficos temas de Deus, do homem, da natureza, do nosso mundo futuro, do propósito da história, da moralidade e da salvação.


        Ainda assim, seus escritos são completamente harmoniosos, o seu conteúdo se desenvolve de maneira homogênea, o que seria uma impossibilidade sem a orientação unificadora de Deus.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Evidência 3 - Os Ensinamentos Verdadeiros da Bíblia


A Bíblia já foi analisada por moralistas, psicólogos, educadores, sociólogos, teólogos, historiadores e cientistas, e em cada um destes campos de estudo foi considerada exata e de acordo com os melhores princípios neles contidos. 

Ela é com toda justiça o mais aperfeiçoado guia moral do mundo moderno.

        Só em época recente a Psicologia, uma ciência moderna, “descobriu” princípios de saúde mental que a Bíblia vem ensinando há séculos. 

O coração alegre serve de bom remédio, mas o espírito abatido virá a secar os ossos. (Provérbios 17:22)

Uma quantidade enorme de livros se dedica à análise dos métodos de ensino usados por Jesus, o Mestre dos Mestres. 

Muitas outras religiões adotaram os conceitos bíblicos a respeito da natureza básica de Deus, do homem, do mundo, do bem e do mal, e da salvação.

        De acordo com as melhores fontes da antiguidade, os pergaminhos antigos e as descobertas arqueológicas, a Bíblia é historicamente exata. 

Ela também concorda muito mais com os fatos da ciência moderna do que os mitos das civilizações do passado. Por exemplo, os cientistas modernos acham que a ordem da criação descrita em Gênesis 1 é exatamente a mesma revelada nas camadas da terra.

        Como poderiam homens simples e sem cultura, que viveram de 1900 a 3400 anos atrás, escrever um tão maravilhoso trabalho, extraordinário e verdadeiro no que diz respeito à moral, psicologia, educação, sociologia, religião, história e ciência?

       O fato deste livro proclamar de ponta a ponta ser a palavra inspirada de Deus é também extremamente significativo.

        Se é verdadeiro em tantos aspectos, poderia ser falso quanto à sua própria natureza?

      Poderia o maior guia moral do mundo ser também o maior mistificador da humanidade?


        Se fosse esse o caso, a Bíblia não seria uma benção, mas uma maldição para todos os que nela creem, e que sacrificam pátria, família, fortuna e vida para seguir os seus preceitos. 

A própria verdade dos ensinamentos da Bíblia é com certeza uma forte evidência da sua inspiração.


(Parte da lição 1 do curso: O QUE A BÍBLIA DIZ) 


domingo, 26 de julho de 2015

Evidência 2 - A Bíblia apresenta a melhor explicação para a criação do universo - Deus Como Arquiteto













A Bíblia também concorda com as mais aperfeiçoadas teorias humanas e com a melhor evidência possível, que a estrutura complexa do universo só pode ter sido projetada por um cérebro superior com um propósito definido, um Arquiteto Divino.

(Ler de novo Gênesis 1:1-31 e Romanos 1:20).


A ciência afirma que terra e sol estão justamente na relação adequada para manter a vida.

Se a terra estivesse um pouco mais próxima do sol ficaria completamente queimada, e um pouco mais longe iria congelar-se. Por outro lado, se a terra não girasse com exata precisão, um lado queimaria com o calor do sol e o ouro iria gelar.

Estas coisas aconteceram por acaso? 

Foi o acaso que estabeleceu todas as leis da naturais? 

Apenas o acaso fez surgir as formas complexas de vida sobre a terra e a poderosa mente do homem? 

Seria da mesma forma "razoável" alguém dizer que 

(1) por simples acaso as matérias-primas se reuniram e formaram um relógio, e 

(2) por acaso, algum dia, o relógio irá reproduzir-se e pensar como um homem. 

Não é muito mais sensato concordar com a Bíblia que foi Deus e não o acaso que criou nosso universo e deu-lhe essa tão extraordinária estrutura, de conformidade com os seus propósitos? 

As claras e belas verdades ensinadas na Bíblia a respeito de Deus como Criador e Arquiteto de nosso universo confirmam a sua inspiração.

Por tudo isso estudar a Bíblia é uma grande benção.



domingo, 19 de julho de 2015

Evidência 1 - O Verdadeiro Retrato de Deus está na Bíblia - Como Criador



Existem muitas teorias estranhas sobre como surgiu o universo físico, a terra, o sol, as estrelas, os planetas e todas as formas de vida. A Bíblia dá entretanto a explicação mais razoável. Ela afirma que Deus criou o nosso universo. 

(Gênesis 1:1-31; Atos 14:15-17 e Romanos 1:20)

No princípio criou Deus o céu e a terra

Homens, por que vocês estão fazendo isso? Nós também somos humanos como vocês. Estamos trazendo boas-novas para vocês, dizendo que se afastem dessas coisas vãs e se voltem para o Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há.

Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;


Muitas outras correntes de pensamento nem sequer tentam dar uma explicação para a origem do universo, mostrando assim a extrema fragilidade de seus argumentos ao ignorar, ou confessar ignorância sobre esta questão básica da vida. Trata-se, todavia, de uma questão que não pode ser posta de lado. 

 O começo do universo fica patenteado pelo fato de que ele terá um fim. Os cientistas dizem que a terra está se desintegrando e suas riquezas estão se esgotando, que o sol está se queimando e que as estrelas estão desaparecendo dos céus. Alguma força, ou Alguém deve existir que tenha dado o impulso inicial a esses corpos celestes.

Se você entrasse subitamente num quarto vazio e visse um pião girando rápido no chão, que aos poucos fosse diminuindo a sua velocidade e depois parasse, o que concluiria? Que ele estivera sempre girando até você entrar? Não, a explicação mais razoável seria que alguém tivesse entrado no aposento antes de você chegar e feito girar o pião. Esta seria a sua conclusão lógica mesmo que nada soubesse sobre esse alguém, ou quem iniciou sua vida. 

A única conclusão racional que podemos tirar com respeito à origem do universo é também esta. 

A Bíblia concorda com as teorias humanas no sentido de que o universo teve de originar-se de uma Grande Força, e a sinceridade e desejo da Bíblia de falar sobre este assunto testemunham o fato de que ela é a Palavra de Deus.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

A ORIGEM DA BÍBLIA



À medida que folhearmos e lermos a Bíblia, nós podemos observar que do começo ao fim ela se apresenta como se tivesse realmente sua origem em Deus, fazendo essa afirmação ousada mais de 3.800 vezes em sua primeira divisão principal, o Velho Testamento (Levítico 19:1; Isaías 1:10; e Ezequiel 1:1,3, etc). 

A segunda divisão principal, o Novo Testamento, confirma a autoria divina do Velho Testamento (Mateus 5:18; 2 Timóteo 3:16 e 1 Tessalonicenses 2:13), e também alega que os escritos nele contidos foram orientados pelo Espírito Santo de Deus. (1 Coríntios 2:13 e 2 Pedro 1:21). 

        Ao fazer estas afirmações, a Bíblia afirma ser a história dos tratos de Deus com o homem e o registro da vontade divina para o ser humano. 

Um dos seus principais propósitos é ensinar, repreender, corrigir e educar na justiça a fim de que "o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (2 Timóteo 3:16-17).

        A Bíblia não foi escrita por Deus no sentido dele ter redigido cada palavra da mesma, mas por ter sido unicamente ele que orientou os escritores a fim de que o seu conteúdo fosse verídico. Isto leva o aluno interessado a perguntar: "Quais são as evidências de que essas tão faladas afirmações da Bíblia são verdadeiras?" 

Nas próximas postagens verificaremos evidências de que a Bíblia é verdadeira.


            Ao estudar estas evidências é preciso entender que ninguém pode provar a autoria divina da Bíblia como se prova que 2 + 2 = 4. Em sua sabedoria, Deus providenciou para que o homem O aceite e à sua palavra mediante a fé (Hebreus 11:6). 

Em 2 Coríntios 5:7 está escrito: "Andamos por fé e não pelo que vemos". 

Os Ateus e não-cristãos podem ridicularizar este tipo de fé, mas eles também vivem pela fé. A sua fé é que Deus não existe, ou que a Bíblia não é a palavra de Deus. 

A questão é a seguinte: "Qual é a fé mais razoável? Que fé se baseia no peso da evidência: a dos cristãos ou a dos não-cristãos?" 

terça-feira, 7 de julho de 2015

POR QUE A BÍBLIA NÃO É BEM COMPREENDIDA?



(1) Em primeiro lugar, muita gente não entende a Bíblia por causa de atitudes impróprias. Alguns não amam a verdade (2 Tessalonicenses 2:10-12); outros resistem deliberadamente às verdades nelas contidas (2 Timóteo 3:8 e João 7:17); outros ainda, manipulam as passagens difíceis, fazendo com que ensinem coisas que passagens mais fáceis mostram não ser a verdade (2 Pedro 3:16).

(2) Algumas pessoas não entendem a Bíblia por não saberem a diferença que existe entre os dois testamentos. Sabemos que os cristãos não se encontram sob as leis do Velho Testamento, mas sob as do Novo Testamento (Jeremias 31:31; Hebreus 8:6-13; 9:15-17 e Colossenses 2:14-16).

(3) Algumas pessoas não reúnem todas as evidências de um determinado assunto antes de chegar a uma conclusão. Isto inclui o estudo da passagem nos seu contexto e na colocação histórica, além das passagens paralelas referentes ao assunto. 

Por exemplo, a Grande Comissão de Jesus Cristo aos seus discípulos é encontrada em três lugares diferentes: Mateus 28:18-20; Marcos 16:15-16 e Lucas 24:46-48. 

Se a narração de Lucas for tomada isoladamente, alguém poderá concluir que a fé não é necessária para a salvação, uma vez que a passagem não fala de fé. 

Se Marcos 16:15-16 for tomado isoladamente, é possível concluir que o arrependimento não é necessário, já que o mesmo não é citado nessa passagem. 

O fato é que a fé, o arrependimento e o batismo são todos necessários para a salvação. A fim de obter esta verdade completa, devemos estudar as três passagens e não só uma delas.

(4) Em quarto lugar, alguns não entendem a Bíblia porque não estudam nem leem a mesma como fariam com outros livros. Eles consideram a Bíblia misteriosa quando, na realidade, ela ensina e transmite informações como qualquer outro livro. A Bíblia ensina ou autoriza de três maneiras:

a) A Bíblia transmite a vontade de Deus aos homens através de uma ordem ou declaração direta. Se você recebesse uma carta de seu patrão dizendo que viajasse para a Europa, saberia que tinha de ir para lá. Por que? Porque você recebeu uma ordem ou declaração direta. Deus transmite da mesma forma ao homem o seu desejo de que ele ame ao seu próximo, através de uma ordem ou declaração direta (Mateus 7:12).

b) A Bíblia transmite a vontade de Deus ao homem mediante uma inferência natural ou conclusão lógica. 

Se você recebesse uma carta de um amigo dizendo que ele estaria no Rio de Janeiro num determinado dia e hora, por inferência natural e lógica chegaria à conclusão de que ele não se acharia em Buenos Aires àquela mesma hora. Você tiraria essa conclusão ainda que ele não dissesse expressamente que não iria estar em Buenos Aires. 

A Bíblia utiliza este método em seus ensinamentos. Assim também, desde que Jesus disse aos seus apóstolos para batizar os crentes, aprendemos por conclusão lógica que os que ainda não tiverem capacidade mental para crer em Cristo (as crianças pequenas, por exemplo) não devem ser batizadas (Marcos 16:16).

c)   A Bíblia dá instruções por meio de exemplos aprovados. 

Se uma dona-de-casa lesse uma revista que alguém fez um bolo muito saboroso seguindo uma certa receita, ela poderia concluir que obteria o mesmo resultado usando a mesma receita. 

A Bíblia nos diz igualmente o que devemos fazer para contentar a Deus, mostrando-nos certos exemplos aprovados de coisas que O agradaram no passado. 

Por um exemplo aprovado ficou confirmado que é certo participar da Ceia do Senhor no primeiro dia da semana (isto é, no domingo – Atos 20:7). Se seguirmos o exemplo apostólico aprovado em Atos 20:7, também agradaremos a Deus.

      À medida que estudamos a Bíblia, nosso princípio de orientação deve ser o seguinte: 

Falar quando a Bíblia fala e silenciar quando ela silencia. 

Nós só podemos ensinar como doutrina aquilo que a Bíblia autoriza por meio de ordens ou declarações diretas, exemplos apostólicos aprovados ou conclusões lógicas (1 Pedro 4:11). 
Até o momento não tratamos daquela que é provavelmente a razão principal dos erros no estudo bíblico: confiar em outras autoridades além da Bíblia.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

A BÍBLIA É UMA AUTORIDADE COMPREENSÍVEL

Sim - você pode entender perfeitamente a Bíblia.



Algumas pessoas tentam provar que a Bíblia não pode ser compreendida. 

Elas citam às vezes 2 Pedro 3:15-16, onde Pedro diz que os escritos de Paulo contêm “certas coisas difíceis de entender” como prova disso. Entretanto, a passagem não diz que todas as coisas são difíceis de entender, mas apenas “certas coisas”, concluindo-se então que a maioria das Escrituras é fácil de ser entendida.

O versículo também não diz que estas “algumas coisas” não podem ser compreendidas, mas apenas que são difíceis para a nossa compreensão, deduzindo-se assim que elas podem ser entendidas. O versículo diz: “Os ignorantes e instáveis” não entendem, e deturpam as Escrituras.
         A própria finalidade das Escrituras prova que elas podem ser compreendidas uma vez que foram escritas:

(1) para serem lidas e obedecias por todos e

(2) para esclarecerem a todos.



(1) As Escrituras foram preparadas para serem lidas e obedecidas por todos.

João escreveu para que todos os incrédulos as lessem (João 20:30-31). 

Paulo dirigiu suas epístolas a todos os membros da igreja (Romanos 1:7; 2 Coríntios 1:1-2 e Filipenses 1:1). Ele deu ordem para que estas epístolas fossem lidas para toda a igreja (1 Tessalonicenses 5:27 e Colossenses 4:16). Obediência completa foi pedida a todos os leitores e ouvintes das Escrituras (Deuteronômio 31:12 e 2 Tessalonicenses 3:14).

         As Escrituras foram então escritas para serem lidas e seguidas por todos. 

Por que escrever para quem não pode compreender? Por que pedir obediência para aquilo que não pode ser entendido? 

Deus com certeza não pede o impossível; portanto todos podem entender as Escrituras.

(2) As Escrituras foram escritas para esclarecerem a todos e não para confundir. 

João escreveu a respeito de coisas nas quais seus leitores pudessem crer e não sobre o que pudesse provocar incredulidade (João 20:30-31).
Paulo disse especificamente a todos os membros da igreja em Éfeso: “pelo qual quando lerdes, podeis compreender o meu discernimento no mistério de Cristo” (Efésios 3:4).

         Como é natural, a Bíblia foi escrita para esclarecer os ensinamentos verbais.

Por exemplo, Lucas escreveu seu evangelho para que o leitor tivesse certeza das coisas que lhe fossem ensinadas verbalmente (Lucas 1:3-4).
         Os habitantes da cidade de Beréia leram o que estava escrito para ver se a palavra de Paulo era verdadeira (Atos 17:11).
Paulo escreveu para explicar o que havia ensinado verbalmente sobre a apostasia da igreja (2 Tessalonicenses 2:2-5). Como se vê, a palavra escrita era muito mais fácil de entender do que o ensino oral.

         As Escrituras afirmam então, vigorosamente, que elas esclarecem em lugar de confundir e podem ser entendidas por todos. Uma vez que são compreensíveis, todos têm a oportunidade de aprender toda a vontade de Cristo. A Bíblia é de fato uma autoridade completa e suficiente.


sábado, 4 de julho de 2015

OS APÓSTOLOS REGISTRARAM OS ENSINAMENTOS DE JESUS NA BÍBLIA


Felizmente, os apóstolos e outros profetas inspirados registraram seus ensinamentos para as futuras gerações.     
             Por exemplo, Pedro escreveu a fim de que, após sua morte, a igreja pudesse ter um registro permanente de suas palavras (2 Pedro 1:12-15). 
             Lucas escreveu para que seus leitores pudessem confirmar as instruções que já tinham recebido verbalmente (Lucas 1:3-4). 
                    João escreveu para que os homens pudessem crer em Cristo e ter a vida eterna (João 20:30-31).
             A igreja referia-se às mensagens escritas desses homens inspirados como a autoridade máxima, porque eles escreveram “os mandamentos do Senhor” (1 Coríntios 14:37). 
A igreja não devia ir além do que “está escrito” (1 Coríntios 4:6). 
Paulo avisou: “caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola “perderá a comunhão da igreja” (2 Tessalonicenses 3:14). 
Aqueles que acrescentassem os subtraíssem alguma coisa da mensagem dos apóstolos perderiam as bênçãos da salvação e sofreriam o castigo eterno (Apocalipse 22:18-19).
         Portanto, as Escrituras contém evidentemente os ensinamentos dos apóstolos e devem ser obedecidas como a vontade de Deus. As recomendações no sentido de não irem além do que estava escrito, indicam a perfeição das Escrituras.


             Mas, como saber, se as Escrituras contêm realmente toda a vontade de Cristo?

Os apóstolos sabiam que estavam escrevendo Escrituras autorizadas (2 Pedro 3:15-16). Paulo, ao escrever no período em que estas Escrituras estavam sendo preparadas, afirmou: 

“Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:16-17). 

Notem! A Bíblia contém tudo que é necessário para que o indivíduo “seja habilitado para toda boa obra” e para que “seja perfeito”.

         Uma vez que as Escrituras equipam o homem para toda boa obra, nenhuma outra fonte de autoridade pode produzir uma boa obra diferente. Qualquer coisa que não tenha como fonte as Escrituras, não é uma boa obra, pois as Escrituras equipam para “toda boa obra”.

         As Escrituras contém sabedoria suficiente para tornar o homem perfeito, é o que afirma 2 Timóteo 3:16-17. Paulo diz em outra passagem que o indivíduo tornar-se perfeito “em toda a vontade de Deus” (Colossenses 4:12); portanto, devemos concluir que as Escrituras contêm “toda a vontade de Deus”. Uma vez que o homem pode ser aperfeiçoado através dos ensinamentos bíblicos, ele não precisa de conhecimento religioso de qualquer outra fonte.

CRISTO → ESPÍRITO → APÓSTOLOS → A BÍBLIA

                   Assim sendo, as Escrituras contêm um registro completo dos ensinos dos apóstolos e, como resultado, de toda a vontade de Cristo. Observem a sequência acima.

A perfeição das Escrituras faz delas a suprema autoridade em religião. Se o homem puder compreendê-las, ele poderá conhecer toda a vontade de Cristo. Toda a vontade portanto, de Deus.